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"Filho ou servo, qual deles és tu?" de Izabel Ferreira Parente à conversa com Efraim Barbosa

Conversas com B de Beja

Sobre a autora

Filha de imigrantes brasileiros, nascida no Paraguai, mudou-se para o Brasil com 8 anos de idade, onde passou o final da infância e adolescência, estudou na Escola Municipal Lauro -Carneiro de Louyola, Escola Estadual Paulino Parucker e Escola de Ensino Médio Gov. Celso Ramos.

Com 19 anos, emigrou para Portugal, morando por 6 anos em Lisboa, onde trabalhava como empregada doméstica, aí conheceu aquele que seria seu futuro marido, durante a gravidez mudou-se para Castelo Branco, onde viveu por três anos, tendo aí cursado o curso de Jardinagem e Espaços Verdes e Técnica de Multimédia.

Em 2010, muda-se para Beja, onde reside atualmente, e é em Beja que uma esposa, mãe, se inscreve na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Beja, tirando o curso Técnico de Qualidade das Águas, segue para a Licenciatura e Mestrado em Engenharia do Ambiente. Em Beja, cria raízes, hoje desempenhando funções na administração pública como Técnica Superior na Agência Portuguesa do Ambiente.

Entendendo ainda, que é a mão de Deus, escrevendo minha história. Agora ciente da identidade e DNA que carrego com orgulho, grata pelo privilégio de ser chamada de filha, mas em constante aprendizado trabalhando na obra e servindo Aquele que me resgatou, Jesus, o meu Salvador.

“Sei que nessa cidade o trabalho da obra só começou, grandes coisas aqui fará o Senhor.”

Sobre o livro

Durante muito tempo, vivi uma identidade que não era a minha. Procurei aceitação, carreguei feridas e desperdicei uma herança que não sabia medir: o tempo.

Na parábola do filho pródigo, reconheci a minha própria história. Também eu me perdi e precisei de regressar. Mas voltar à casa do Pai foi apenas o começo: precisava de aprender a viver como filha.

Escrevo estas páginas para partilhar esse caminho contigo. Não deixei de servir a Deus. Aprendi a reconhecer de que lugar O servia e a receber a identidade que me é oferecida em Cristo.

Entre as vestes antigas e as novas, há uma pergunta que também te pertence. Que identidade tens vivido? E qual queres que te defina daqui para a frente?