
"Existência Infinita (fase 2): a luz que os mortos veem" de Paulo Narciso, com mostra comentada pelo autor
- Quando
- Quinta-feira, 5 de novembro · 19h30
Conversas com B de Beja
Instalação artística baseada em princípios e elis da ciência
Sobre a exposição
Por que razão a linguagem da natureza está escrita em caracteres matemáticos e por que razão estamos equipados com um órgão mental que reúne as qualidades necessárias para descodificar e compreender esse código complexo? Por que razão possuímos uma marcada tendência para expressar e sentir algo tão subtil como a produção e a contemplação artística? E, por fim, por que razão somos seres espiritualmente sensíveis, uma vez que, apesar de uma poderosa tendência e interligação a estes fatores da existência humana, eles não são fundamentais para a nossa sobrevivência enquanto simples animais…
Tem que existir um motivo objetivo e determinante para estas características que nos tornam únicos (não é por acaso que o ADN humano integra o gene V-Mat/2 denominado por gene divino).
Na natureza, aquilo que não tem potencial ou utilidade é descartado pelo sistema evolutivo, logo a sensibilidade humana para estas características naturais é uma diretiva cósmica. Fomos inventados pela natureza há 4 milhões de anos e foi-nos atribuída uma “máquina“ cerebral psíco-intelectual que processa informação de forma que possamos descodificar e maravilharmo-nos com o magnífico universo dador da vida, sem dúvida que este facto é realmente
espiritual.
Só a nossa complexidade consegue observar e compreender a beleza da complexidade que nos circunda e contém; estas são simétricas, feitas à imagem uma da outra num reflexo sublime e inspirador …